INCENTIVANDO OS EVANGÉLICOS À GUERRA ESPIRITUAL

 

INTRODUÇÃO

       Objetivo incentivar os evangélicos a pregar o Evangelho (Mc 16.15) e a defender a santa fé (Jd 3), das injustas acusações da “Santa” Sé. Para tanto, catalogo algumas das muitas críticas que os chefes da Igreja Católica endereçam às igrejas evangélicas; faço constar que reconheço que eles têm, sim, o direito de nos criticar; sugiro que as controvérsias entre católicos e evangélicos sejam mescladas com amor e respeito recíprocos, posto que animosidades e revanches não são atitudes cristãs; e, finalmente, informo que as provas documentais referentes às críticas aqui catalogadas, constam do meu site, no qual disponibilizo farto material para evangelizar os católicos e outras vítimas de seitas.

 

I. CATALOGANDO AS DITAS CRÍTICAS

       Registro abaixo, as sobreditas críticas:

 

1) O Bispo João Evangelista Martins Terra, emitiu a “aprovação eclesiástica” para a publicação de um livro - por ele prefaciado com sobejos elogios - que afirma com todas as letras que “o demônio foi o primeiro evangélico”;

2) o Padre André Carbonera disse que é burrice não pedirmos a Maria e aos demais santos que roguem por nós. Ora, se ele estivesse certo, então nós, os evangélicos, seríamos burros, já que só oramos a Deus. Sim, não pedimos nada aos espíritos dos mortos, por cujo motivo não rezamos a São Pedro, São Paulo, São Sebastião...

3) segundo o jornal O Dia, o Papa João Paulo II afirmou que os evangélicos estão iludindo o povo e semeando confusão;

4) o Padre Vicente Wrosz garante que nenhum Pastor evangélico é devidamente credenciado para este ofício. Segundo ele, somos apenas curiosos, por cujo motivo carecemos de maior poder espiritual. Wrosz garantiu ainda que os evangélicos não crêem no poder e no amor de Jesus Cristo;

5) o Monsenhor Aristides Rocha asseverou que os evangélicos não são crentes, e sim, descrentes;

7) o Bispo Afonso de Ligório (ou melhor, Santo Afonso de Ligório, Doutor da Igreja) sustentou que quem não é devoto de Maria está perdido, sem Cristo, nas trevas, tentando voar sem asas, sem a graça de Deus, etc. Ora, isso equivale a dizer que nós, os evangélicos, estamos perdidos, já que rejeitamos o Marianismo;

8) segundo o Padre D. Francisco Prada, o mundo é vítima da invasão das igrejas evangélicas;

9) o Padre Leonel Franca vociferou que é funesta a repercussão das igrejas evangélicas. Ele disse ainda que a Igreja Católica é a única tábua de salvação, assim como o único baluarte da força moral. Ora, se assim fosse, as igrejas evangélicas seriam imprestáveis não só no âmbito espiritual, mas também no secular, pois não serviriam nem para soerguer o moral dos povos. Será que ele quis dizer que as igrejas evangélicas são amorais ou até mesmo imorais? Parece-me óbvio que sim; contudo, raciocine e tire as suas próprias conclusões;

10) o Padre D. Estêvão Bettencourt, visto como um dos maiores teólogos da Igreja Católica, fez as seguintes afirmações: a) todas as igrejas evangélicas são obra meramente humana, por cujo motivo nenhuma delas é guiada pelo Espírito Santo; b) os membros da Assembléia de Deus têm uma religiosidade pouco crítica. [Nota deste autor:“Pouco crítica” é uma maneira educada de tachar os assembleianos (inclusive os Pastores desta tão abençoada denominação) de ingênuos]; c) ele disse que nenhum Pastor evangélico é um legítimo Pastor da Igreja de Cristo;

11) o Padre Manoel Pinto dos Santos tagarelou que as igrejas evangélicas nada mais são que anarquia e falsidade;

12) por não batizarmos crianças, perguntou o Frei Battistini:“Será que para os protestantes criança não é gente?” E, visto que nossas Bíblias, além de não conter os apócrifos, não trazem em seus frontispícios o imprimatur de uma autoridade católica, ele escreveu que “Nenhum protestante pode demonstrar que a sua Bíblia é a autêntica Palavra de Deus”.

13) O Catecismo da Igreja Católica, aprovado pelo Papa João Paulo II em 1992, e publicado no Brasil pela Editora Vozes a partir de 1993, afirma que a Igreja Católica é a única Igreja de Cristo, por cujo motivo não há salvação fora dela para os que, mesmo sabendo disso, recusam a se tornar católicos, ou nela permanecer. Ora, se só a Igreja Católica é de Cristo, então as igrejas evangélicas são do diabo, não é mesmo? Além disso, se os que, obstinadamente recusam a se tornar católicos, serão condenados, então, ai dos evangélicos se não mudarem de atitude já.

 

II. ELES TÊM ESSE DIREITO?

       Os líderes da Igreja Católica podem criticar as igrejas evangélicas pelas seguintes razões: Primeira: O Brasil é, graças a Deus, um país laico, e, portanto, gozamos nele de liberdade de culto e de expressão, liberdade esta, que nos é assegurada pela Constituição Brasileira; Segunda: a Bíblia não proíbe a ninguém de alertar do erro a quem quer que seja. Consta da Bíblia que Cristo e os apóstolos advertiam as pessoas com tanto ardor, que às vezes eram duros em suas palavras, chegando a tachar os seus ouvintes de filhos do diabo (João 8.44; Atos 13.10), hipócritas (Lc 13.15), serpentes (Mt 23.33), etc. Logo, se as críticas dos Padres às igrejas evangélicas são ou não bem fundamentadas, isso é discutível; mas que a “Santa” Sé tem o direito de expor suas opiniões contra a nossa santa fé, deve ser indiscutível; Terceira: nós, os evangélicos, também criticamos a Igreja Católica. Ora, quem critica tem que estar aberto às réplicas e tréplicas. Logo, tanto os evangélicos quanto os católicos não podem se melindrar com crítica alguma, contra as suas respectivas fés. Além disso, esta troca de críticas entre católicos e evangélicos, prova que ambos reconhecem e exercem o direito de expressão que lhes é concedido pela Bíblia e pela nossa Carta Magna.

 

III. CONTROLANDO AS EMOÇÕES

       Sugiro que os Padres pronunciem respeitosa e amorosamente, evitando atitudes tempestivas, como a do Padre André Carbonera, que entre linhas nos tachou de burros; a do Padre Franca que pôs em xeque a nossa moralidade; e outras mais acima mencionadas. Os Padres podem até imitar o sobredito Bispo de Brasília, que entre sobejos elogios autorizou a publicação de um imprestável livro que compara os evangélicos com o diabo, chegando mesmo a dizer que “o demônio foi o primeiro evangélico” (como já vimos), bem como podem nos tachar de maquiavélicos, hereges, filhos do diabo, falsos profetas, hipócritas, cegos... E, talvez, possam até nos tachar de loucos. Mas as alcunhas de burros e imorais saem do campo das ideias e extrapola os limites da discussão teológica, convertendo-se em agressão pessoal. Essas grosserias, essas atitudes violentas, essas baixarias, esses desrespeitos à crença alheia... não são recomendáveis; por cujo motivo volto a sugerir que os Padres controlem suas emoções. Opino ainda que os evangélicos não paguem na mesma moeda. À luz da Bíblia, podemos falar com intrepidez, mas vazios de animosidade, jamais a título de revanche, e sempre com amor. Enquanto advirto aos perdidos, temo e tremo, já que não sou menos necessitado da misericórdia de Deus, para também não ir para o Inferno. Lembremo-nos que Cristo e os apóstolos só abriam mão da delicadeza, em caso de extrema necessidade. Há uma canção popular, cuja letra diz que “só o amor constrói”, com o que aquiescemos. Contudo, se algum Padre quiser continuar nos agredindo moralmente, que o façam. Prefiro isso a ser queimado vivo nas fogueiras da famigerada “Santa” Inquisição. Alguém já disse acertadamente, que é preferível ouvir asneiras a ser surdo. Aliás, estas linhas não têm por finalidade reclamar das críticas acima catalogadas; antes, elaboro este texto com apenas três objetivos: 1) Glorificar a Deus; 2) socorrer as vítimas das falsas religiões; e 3) incentivar os evangélicos a me ombrear neste nobre empreendimento, bem como armá-los para a guerra, sugerindo-lhes, para tanto, os meus escritos disponíveis no meu site.

 

IV. EXIBINDO AS PROVAS

       Ratifico que as provas documentais de tudo quanto afirmo nesta apostila, constam do meu site www.pastorjoel.com.br. Acesse-o e clique nos links Livro e catolicismo romano, respectivamente. Ao fazer isso, você lerá gratuitamente um livro de nossa autoria, intitulado Análise bíblica do catolicismo romano. Lendo-o, você verá que este autor está devidamente documentado, quanto ao que ora digo a respeito dos clérigos católicos citados neste opúsculo. Sugiro que você faça download (ou copie e cole) do dito livro, e o encaderne em espiral para assim lê-lo mais confortavelmente, sublinhando-o, fazendo anotações, etc. O dito livro é, a bem dizer, um Curso Bíblico Sobre Como Evangelizar os Católicos, muito útil aos evangélicos que querem se preparar mais ainda para melhor defender a sua fé dos ataques supracitados. É um livro com quase 200 páginas A4, que deve ser lido e relido calmamente, para se apreender bem o seu conteúdo, e, deste modo, servir melhor aos católicos, evangelizando-os com mais eficiência e maior eficácia. Presenteie os seus amigos católicos com exemplares do referido livro. Lendo-o, muitos católicos já se converteram dos ídolos ao Deus vivo, e estão servindo ao Senhor nas mais diversas igrejas evangélicas.

 

CONCLUSÃO

       Que os evangélicos acessem o meu site, leiam o que lá disponibilizo aos internautas, e de cadeira refutem as inverdades que os clérigos católicos dizem contra a nossa fé! (1Pedro 3.15) Que os católicos também apreciem meus escritos, e vejam que nós, os evangélicos, não somos o que os Padres dizem! Que o bom senso prevaleça e a verdade triunfe! Que a Igreja do Deus vivo cresça na qualidade e na quantidade!

       Respeitável leitor, embora talvez não tenhamos a felicidade de nos conhecermos aqui na Terra, se permanecermos firmes na verdade até o fim, nós nos encontraremos no Céu! Dê-me o prazer de encontrá-lo na Pátria Celestial! Lutarei para lhe conferir o prazer de também me encontrar lá. Até àquele Dia, na Paz do Senhor Jesus! Amém.

       Ratifico que no site ora recomendado, há outras obras de minha lavra, considerando diversas confissões religiosas, além da seita aqui enfatizada: Testemunhas de Jeová, Espiritismo Kardecista, Adventismo do Sétimo Dia, Igreja Mórmon, Igreja Messiânica Mundial, etc. Tome toda esta armadura e vá à guerra. Arme-se cada vez mais, espiritual e intelectualmente para as renhidas batalhas contra o mal. “Sê valente!”, como nos exorta o hino 225 do cancioneiro das Assembléias de Deus, Harpa Cristã.

 

                                                                                        Pr. Joel Santana

 

 

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